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Frankenstein da Netflix: o retorno sombrio que surpreendeu fãs

Frankenstein da Netflix: o retorno sombrio que surpreendeu fãs

Prepare-se para mergulhar nas sombras da ciência e da loucura! O novo filme Frankenstein, lançado pela Netflix, traz uma releitura ousada do clássico literário de Mary Shelley, combinando elementos de terror gótico com dilemas éticos modernos sobre a criação da vida artificial. Dirigido por Guillermo Navarro, o longa promete arrepiar tanto os fãs de horror psicológico quanto os apaixonados por ficção científica.
Neste artigo, vamos explorar tudo sobre o filme: enredo, elenco, bastidores, recepção da crítica e, claro, se vale mesmo o play. ⚡

⚰️ O RENASCIMENTO DO CLÁSSICO: ENREDO E TEMAS

O novo Frankenstein da Netflix reimagina a história para os tempos atuais. Em vez do século XIX, a trama se passa num futuro distópico onde a biotecnologia domina a medicina.
O cientista Victor Stein (interpretado por Oscar Isaac) desafia as leis da natureza ao tentar reanimar um corpo humano composto por partes clonadas. O resultado é a criação de Adam, vivido intensamente por Barry Keoghan, um ser que desperta sem memória, mas com uma consciência crescente — e aterrorizante.

O roteiro equilibra terror psicológico e drama existencial, questionando até onde vai o direito humano de “criar” vida. O tom é sombrio, mas poeticamente trágico, com momentos que lembram Blade Runner e Frankenstein de 1931.

🎬 Curiosidade: A produção usou tecnologia real de captura facial combinada com IA para dar vida ao “monstro”, tornando as expressões de Adam assustadoramente humanas.

🧪 ELENCO, DIREÇÃO E ESTILO VISUAL

A Netflix apostou pesado no elenco e na estética cinematográfica.
Além de Oscar Isaac e Barry Keoghan, o filme traz Anya Taylor-Joy como Elizabeth, assistente e amante de Victor, e Cillian Murphy como o enigmático inspetor que caça a criatura.

A direção de Guillermo Navarro, conhecido por sua colaboração com Guillermo del Toro em O Labirinto do Fauno, imprime um estilo visual marcante: iluminação fria, cenários decadentes e contrastes entre o mundo tecnológico e o orgânico.
As cores lembram o horror neoclássico, e o design de produção aposta em laboratórios retrofuturistas — uma mistura de Cyberpunk e Frankenstein clássico.

🧠 Destaque técnico: o filme foi gravado em resolução 8K com câmeras RED V-Raptor, garantindo detalhes minuciosos nas texturas de pele e efeitos práticos.

💀 A RECEPÇÃO: DIVIDINDO FÃS E CRÍTICOS

Desde o lançamento, Frankenstein (2025) vem gerando debates intensos.
No Rotten Tomatoes, o filme estreou com 78% de aprovação da crítica, mas apenas 63% do público, refletindo sua natureza controversa.
Enquanto alguns elogiam a profundidade filosófica e a performance de Keoghan, outros criticam o ritmo lento e o excesso de simbolismo.

Nas redes sociais, os fãs apontam semelhanças com O Homem Invisível (2020) e Ex Machina, destacando que o verdadeiro “monstro” pode não ser a criatura — mas o próprio criador.

⚙️ MENSAGEM ATUAL E IMPACTO CULTURAL

Mais do que um simples remake, Frankenstein da Netflix é uma reflexão sobre o avanço descontrolado da tecnologia e o preço da criação.
Em plena era da inteligência artificial e da manipulação genética, o filme soa como um espelho perturbador da nossa própria realidade.
A obra convida o público a se perguntar: “Até onde iríamos para superar a morte?” — e o que isso nos custaria como humanos.

Esse tipo de narrativa cai como uma luva na proposta da Netflix de revitalizar clássicos com leituras contemporâneas, aproximando o público geek e cinéfilo das grandes histórias da literatura gótica.

🎞️ ELEMENTOS VISUAIS RECOMENDADOS PARA O ARTIGO

  • Banner de destaque: Pôster oficial de Frankenstein (Netflix, 2025) com o rosto de Adam dividido entre carne e metal
  • Captura de tela: Cena do laboratório com Victor e Adam conectados por cabos de energia
  • GIF: Close no despertar de Adam sob relâmpagos — cena icônica recriada em CGI
  • Arte conceitual: Comparativo entre o Frankenstein clássico (1931) e o da Netflix

Frankenstein da Netflix é mais do que uma simples atualização — é um espelho sombrio do nosso tempo.
Com atuações poderosas, visual arrebatador e um roteiro que provoca reflexão, o filme merece ser visto com atenção (e talvez com as luzes acesas).
Alguns vão amá-lo, outros vão odiá-lo — mas ninguém sairá indiferente.

💬 E você, o que achou dessa nova versão do monstro mais famoso do cinema?
Conte pra gente nos comentários: o verdadeiro Frankenstein é o criador ou a criatura?

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